Estou muito impressionado com o que as nossas estruturas sociais fizeram às pessoas que eu amo. É difícil convencer as pessoas de que é preciso expressar o seu melhor, acreditar que o seu melhor lhe trará algo melhor.
Chegamos a um tempo de emergências muito cruéis, emergências de olhar pra dentro e perguntar em quais vícios estamos atolados, a cada segundo do nosso dia a dia. Sair da caverna de Platão e enxergar a ampla liberdade que a vida nos oferece, tornou-se tanto quanto lidar com o vício e a possibilidade de vingar os sofrimentos passados, mas de uma forma ruim.

“Quando a dor se precipita organizando as escolhas não vale a pena acreditar, mas compensa aguardar pelo contato com o poder real, o amor por si mesmo que adormece lá.”
Pavitra Shannkaar

Pegar tudo, pegar primeiro, pegar antes de todos, pegar escondido e pegar sozinho, pegar mais do que a parte que lhe cabe, e safar-se das consequências desses excessos cometidos, tornou-se o foco principal, a necessidade de realizar e saciar esse vício malsão. Hoje, é mister encontrar o seu legado pessoal e encontrar a sua função honesta para partilhar com o todo.
Nosso trabalho tem um tanto de missão, de luta pela evolução, de reality show, de ficção, de processo terapêutico, de diversão, de emergência, de maratona, prática espiritual, brincadeira de criança, avatarismo e outro tanto de vida comum.
Estar Ungambikkula é estar nu, poder conversar a partir da força do coração e não da dor do coração. Quando a dor se precipita organizando as escolhas não vale a pena acreditar, mas compensa aguardar pelo contato com o poder real, o amor por si mesmo que adormece lá. Porém, isso requer um bom montante de sacrifício, sacro-oficio, até entoar o som de alma pra alma e correr o risco de acordar alguns…
Nós do Ungambikkula não somos uma religião mas percebemos a magia na grafia do movimento, e degustamos a sacralidade como especiaria do tempo, e isso pode ser profundamente libertador.
“Nós do Ungambikkula não somos uma religião mas percebemos a magia na grafia do movimento, e degustamos a sacralidade como especiaria do tempo, e isso pode ser profundamente libertador.”
Pavitra Shannkaar
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águia, arquétipo, espiritualidade, sincronicidade

Sobre o Autor
Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
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