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Mas vi também crianças coloridas saindo da escola, tal como um bando de pássaros ao cair da tarde…
Existem muitas formas de se emocionar; pelo ódio, pela alegria, pela tristeza, pela dor, mas o mais incrível é quando nos emocionamos pela beleza…
Já me falaram um dia que não gostam do que eu faço…
Isso pode acontecer…
No entanto uma fala assim, pode vir contaminada com tantos motivos, e por fim nos deixar confusos a ponto de duvidarmos do que fazemos, do que somos…
Nunca permitam que façam isso com vocês…
O ser tem direito ao amor por aquilo que assim o é…
Deixem que os bons sentimentos por si, permaneçam intactos a despeito dos que passam por suas vidas… pois no final de tudo quem vai estar consigo, sempre pra onde você for, é você…

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
O ruído é um condicionamento que impede a realização. Mesmo que você tenha um caminho traçado, definido, ele persiste em deixar as suas metas difíceis; desviando ou distorcendo suas buscas, exagerando a autocrítica, promovendo sempre uma briga interna com aquilo que você deseja ser…
O dom, é uma nobre habilidade que viemos manifestar sem precisar aprender com alguém.
Ainda que adormecido, ele pode despertar num lampejo, surpreendendo a todos…
Geralmente apoiado em uma verdade ética maior, ainda que aparentemente simples ou até mesmo, sofisticado, ele tende a juntar os seus pedaços esquecidos, integrar, promover casamentos internos, curar…
Implícito, explícito, exótico ou discreto, traz consigo a sensação de liberdade. Mesmo que sejam muitos, ou até mesmo um só, ele se apresenta como um alinhamento, um traço, rubricando a tudo o que você faz.
Mas entenda que o ruído traz implícito em si potenciais dormentes, ele não é um potencial, mas é um núcleo de potenciação que pode ser desembaraçado. E quando os dois se encontram, o ruído e o dom se fundem, algo realmente grande pode acontecer, tudo pode desdobrar para a missão de alma.

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Quando uma ruptura acontece, na verdade ela deve durar tanto quanto é o tamanho do seu orgulho…
Todos nós temos alguém que não desejamos mais ver na frente, normalmente o orgulho ainda é uma versão de medo, medo de vulnerabilizar e desmoronar, ruir. Nós lutamos maciçamente nessa hora, contra uma vontade louca de falar mal e difamar algumas pessoas que amamos um dia.
No entanto é sumamente importante entender que assim como a vida é interligada, um recorte da sua fala mal organizada só vai mostrar uma versão distorcida de algo que nunca foi bem assim, pois a sua parte não estará lá, contribuindo com a revelação, e assim com isso, envenenando e maculando cada vez mais a sua própria percepção de mundo.
Outra coisa preciosa para entender é que uma pessoa nunca é “assim” pra você. Na verdade nós somos o que somos porque fomos lapidados por nossos históricos.
Entendido isso, agora veja que a vida vai dar uma volta e quando ainda não perceber, estará sendo questionado pelo mesmo valor que você tentou deixar para trás ao romper com o confronto de sombra que a vida lhe proporcionou, ainda que numa versão atualizada por ela, para que você possa retomar o fluxo que realmente importa para a sua própria evolução.
Então, o que fazer sobre isso?
Calma… humildade não é humilhação, a modéstia é uma jóia preciosa que sempre lava a nossa alma na hora certa. E ainda assim há uma bússola valiosa que devemos pré-estimar, pois já que somos o que somos, devemos sempre nos perguntar, quando uma pessoa rompe com alguém, preterindo o outro e preferindo você, aprofunde sua análise e indague-se honestamente, como será consigo, quando chegar a sua vez de ser substituído?

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Desnorteada, saiu correndo pelo mundo em busca de seus irmãos sem nada encontrar.
Em pouco tempo passado e livre pela mata, deparou-se com grandes flores coloridas ao alto, resolveu investigar, a fim de entender mais as outras coisas, mas tão logo adiante encontrou os pulgões e as lagartas que segregavam o néctar de que tanto precisava, fez amizades. Ainda assustada, notou protuberâncias em suas costas, receosa confirmou que eram asas, no entanto, se aventurou para voar, quando um dia encontrou um amigo, namorou e casou. A essa altura, um pouco mais tranquila, botou muitos ovos, e só então percebeu que era uma rainha, que só as rainhas e os machos possuem asas e com isso um grande reinado formou-se à sua volta, ela era importante.
Um dia, tranquila em sua tarefa e cuidada pelas seguidoras, perguntaram-lhe:
Senhora rainha, como herdaste esse rico reinado?
Ela então respondeu:
Não herdei, eu criei, encontrei o primeiro marido, e tão logo ele morreu, tudo começou… As rainhas sempre são viúvas de muitos…
E como foi isso, como fizeste, sozinha pelo mundo?
Eu fiz a minha parte, sobrevivi e o desígnio fez o resto, fez o seu papel.
É sumamente importante que vocês entendam isso:
Sobrevivam, mas aventurem-se para que o propósito se cumpra.

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Os movimentos largos e velozes, dão lugar a alguns passos comedidos, em busca de aprimorar a precisão, pois a maturidade exige esperar. Olho para o mundo de hoje e vejo um planeta assustado com a perfídia dos fortes, ela não conhece argumentos. Mas ainda que estes, tenham desistido de amparar, para o sim a terra persiste com o pulsar da vida e da morte reafirmando o milagre da renovação.
Assim como muitos eu também me voltei para os animais, em busca do amor simples, minhas mãos enrugadas aprimoraram carícias por todos os meus anos de vida, em busca de um mundo melhor…
Meu olhar não busca mais entender, hoje eu teimo em reconhecer as coisas que passam de mãos dadas, quando a harmonia se curva para o milagre da vida. Sorrio por dentro em preces, mas é claro que hoje nem tudo está bem.
Escolho palavras que ensinam, palavras que orientam, palavras que simbolizem o meu cuidado, o meu amor, tal um anjo da guarda que acompanha, o desenvolver de uma história que ainda não acabou, mas que não adianta correr, não precisa correr…
Eu agradeço a todos que estão comigo nessa jornada, agradeço por todos os olhares que passaram por mim e tal como co-criadores reafirmaram a minha existência na terra, o divino em mim…
Eu ainda quero ser um anjo em vida, meu autoaprimoramento busca ampliar as asas da imaginação e aumentar o meu poder, de forma que todo o aceno possa revelar e abençoar cada vez mais e deixar claro que envelhecer, em ver-lhe-ser pode ser assim…
Obrigado a todos que reservaram a mim, as palavras de carinho por minha existência alcançada … elas não têm preço!!!

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Respecto, respeito de olhar outra vez.
Por outro lado, reverência vem de temor respeitoso, veneração por coisas consideradas sagradas; reveneração.
Claro que essa dança de valores está sempre em contraposição desafiando um ao outro para organizar o lugar que devemos ocupar.
O lugar da luz e por isso a luz ilumina, é um lugar de apreciação. A luz apresenta, re-vela, cede espaço para o que possa ser, sem atropelar. Por mais que as falácias familiares, sociais, persistam em atropelar para tão somente existir, luz e respeito caminham juntos. Você não precisa morrer para que eu exista, mas, justamente ao contrário, se você não existir mais, quem serei eu, sem o olhar do observador?
Certa vez ao orar antes de dormir e pedir para São Miguel Arcanjo, pela proteção do meu lar, o mistério descortinou-me para uma percepção em que os anjos, os divinos anjos de luz, caminhavam pela casa e em cada cômodo cantavam para abençoar e encaminhar…
Olha bem nos olhos e me diz o que se passa aqui, nesse amor sem fim…
Dessa vez eu aprendi que os olhos, os dois juntos, são a janela da alma, mas a luz do olhar reflete a luz do coração…

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Seguindo eu revejo, reconheço…
Mas quando somos o conhecimento sobre ti, realizo o maior milagre de toda a nossa história…
O milagre do reconhecimento, traz consigo a força que derruba os enrijecidos; amolece os ressentidos; desmascara os dissimulados; sobreleva o que foi derrubado; cura o que foi ferido; realinha o que foi pervertido; recobra o que foi lacerado; reata o que foi cindido; mas purifica o que foi contaminado; restabelece o que foi exaurido; traz memórias aos esquecidos, abandonados…
Ora a reconhecença que nos releva em profunda gratidão, pode nos conduzir ao amor verdadeiro, nos arremessar num mar de fúrias, trazer um novo recomeço, irromper as mais graves rupturas, porque no cerne dessa pura semente, reside o indulto da individuação.

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Prestes a se afogar em sua gota tão preciosa via-se presa a essa estranha aderência e submersa com o peso d’água que até o dado momento ela dava conta de erguer, pensou:
Não adianta tentar sair por cima, essa arrogância me afogará.
Vou ter que me arrastar para o lado, rente ao chão, até que por fim eu a deixe para trás…
Uma vez livre do afogamento e salva por sua própria astúcia, viu-se então à frente de uma pequena poça e se perguntou:
Como posso erguer novamente essa gota para levá-la a meus entes queridos e com isso partilhar esse benefício?
Contudo sua própria astúcia lhe respondeu:
Agora não posso mais, posso indicar-lhes o caminho, mas cada um que desejar vai ter que vir beber aqui, fazer a sua parte, partilhar essa união antes mesmo de evaporar…
Ao ficar por muito tempo segurando algo que precisa ser passado à frente, você pode estar se afogando em tarefas que não são mais suas e sim, de um grupo…

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.