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Mas vi também crianças coloridas saindo da escola, tal como um bando de pássaros ao cair da tarde…
Existem muitas formas de se emocionar; pelo ódio, pela alegria, pela tristeza, pela dor, mas o mais incrível é quando nos emocionamos pela beleza…
Já me falaram um dia que não gostam do que eu faço…
Isso pode acontecer…
No entanto uma fala assim, pode vir contaminada com tantos motivos, e por fim nos deixar confusos a ponto de duvidarmos do que fazemos, do que somos…
Nunca permitam que façam isso com vocês…
O ser tem direito ao amor por aquilo que assim o é…
Deixem que os bons sentimentos por si, permaneçam intactos a despeito dos que passam por suas vidas… pois no final de tudo quem vai estar consigo, sempre pra onde você for, é você…

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Não há como ser, sem ter…
Uma das condições de estar encarnado, vivo em nossa passagem sobre o planeta Terra, é a de ter alguma coisa.
Temos casas, jardins, saúde, riquezas, criatividade, dores, saudades, dissabores, enfim, objetiva ou subjetivamente, nós temos para ser.
A obtenção é uma mestra visceral que nos molda a cada instante das nossas vidas…
De forma que a riqueza e a pobreza, sempre desafiam os nossos parâmetros de ética.
Há quem diga que a riqueza vem da ganância, mas há quem diga que a pobreza vem da preguiça…
Há quem diga que uma “extremada posse de pobreza” ou de riqueza, desafia a nossa sanidade…
Há quem diga que o desapego é nobre e que o apego é egoísmo, ilusão.
Essa conversa sempre nos incomoda, porque é Tabu.

Texto por Pavitra Shannkaar

Ao falar sobre o rico ou o pobre, sempre reservamos uma opinião receosa de alguém, mas o mesmo não acontece quando endereçamos o adjetivo a um objeto, por exemplo: o solo é rico, a música é rica, o texto é pobre, o adorno pobre ou rico, e assim vai…
Em minha árdua busca pela verdade, me deparei com um paradigma desafiador sobre o tema.
É possível ser rico sem acumular? É possível ser pobre sem carecer?
Via de regra, o pobre tem o amparo da compaixão, mas o rico carrega o estigma da inveja.
O que vale a pena então?
Aprendi que riqueza, na verdade, vem das profundezas de nosso ser. Ela vem do reino de Plutão, nossas camadas abissais, emergindo assim em criatividade a serviço da autolapidação, assim como o ouro, a lótus, a vitória-régia se organizam no lodo pútrido para realizar a magnitude.
Sim, nossa busca real é sobre a plenitude.
Literal ou simbolicamente, a beleza é o ponto máximo da realização, e a verdadeira senhora das trocas. Fluir sobre isso, ainda é dar o melhor de si, e confiar na ressonância do ser em nosso universo…

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
O ruído é um condicionamento que impede a realização. Mesmo que você tenha um caminho traçado, definido, ele persiste em deixar as suas metas difíceis; desviando ou distorcendo suas buscas, exagerando a autocrítica, promovendo sempre uma briga interna com aquilo que você deseja ser…
O dom, é uma nobre habilidade que viemos manifestar sem precisar aprender com alguém.
Ainda que adormecido, ele pode despertar num lampejo, surpreendendo a todos…
Geralmente apoiado em uma verdade ética maior, ainda que aparentemente simples ou até mesmo, sofisticado, ele tende a juntar os seus pedaços esquecidos, integrar, promover casamentos internos, curar…
Implícito, explícito, exótico ou discreto, traz consigo a sensação de liberdade. Mesmo que sejam muitos, ou até mesmo um só, ele se apresenta como um alinhamento, um traço, rubricando a tudo o que você faz.
Mas entenda que o ruído traz implícito em si potenciais dormentes, ele não é um potencial, mas é um núcleo de potenciação que pode ser desembaraçado. E quando os dois se encontram, o ruído e o dom se fundem, algo realmente grande pode acontecer, tudo pode desdobrar para a missão de alma.

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Quando uma ruptura acontece, na verdade ela deve durar tanto quanto é o tamanho do seu orgulho…
Todos nós temos alguém que não desejamos mais ver na frente, normalmente o orgulho ainda é uma versão de medo, medo de vulnerabilizar e desmoronar, ruir. Nós lutamos maciçamente nessa hora, contra uma vontade louca de falar mal e difamar algumas pessoas que amamos um dia.
No entanto é sumamente importante entender que assim como a vida é interligada, um recorte da sua fala mal organizada só vai mostrar uma versão distorcida de algo que nunca foi bem assim, pois a sua parte não estará lá, contribuindo com a revelação, e assim com isso, envenenando e maculando cada vez mais a sua própria percepção de mundo.
Outra coisa preciosa para entender é que uma pessoa nunca é “assim” pra você. Na verdade nós somos o que somos porque fomos lapidados por nossos históricos.
Entendido isso, agora veja que a vida vai dar uma volta e quando ainda não perceber, estará sendo questionado pelo mesmo valor que você tentou deixar para trás ao romper com o confronto de sombra que a vida lhe proporcionou, ainda que numa versão atualizada por ela, para que você possa retomar o fluxo que realmente importa para a sua própria evolução.
Então, o que fazer sobre isso?
Calma… humildade não é humilhação, a modéstia é uma jóia preciosa que sempre lava a nossa alma na hora certa. E ainda assim há uma bússola valiosa que devemos pré-estimar, pois já que somos o que somos, devemos sempre nos perguntar, quando uma pessoa rompe com alguém, preterindo o outro e preferindo você, aprofunde sua análise e indague-se honestamente, como será consigo, quando chegar a sua vez de ser substituído?

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Ungidos de família negra, um era filho de Oxumarê, ouvindo eternamente um som de cachoeira nos ouvidos, dotado de uma criatividade maravilhosa acessando a sabedoria às raias da loucura…
Sua comunicação se tornava difícil, pois tudo se confundia um tanto com o roncador, sendo por isso, muitas vezes, guiado pelo irmão vivaz com ouvido absoluto…
Já o Preto, era filho de Oxaguiã, impetuoso, corajoso, combativo, romântico e sensual, que também apesar da luz, o orixá que traz a discórdia.
Ainda que confundidos com Ibeji, o orixá das crianças gêmeas que brincam, por vezes certas características os colocavam em maus lençóis, enevoados pela avidez.
Certa vez entrou pela aldeia um homem gritando que as águas iriam invadir, preocupando a todos, por tudo resolveram agir…
Cortaram troncos, reforçaram as casas, fizeram jangadas, vedaram as cercas para poderem resistir à intempérie que avizinhava, foram dormir, mas mantiveram-se alertas…
Preto, despachado e solícito, tomou as frentes de tudo, liderando a empreitada, visto que Petro assentou-se à uma pedra, sentiu e sentiu…
Ao longe, o ruído das águas alertou a Petro que começou a gritar…
– As águas estão vindo… as águas estão vindo…
Ao que Preto respondeu… – ele sempre ouve águas, só ouve águas, não levem tão a sério, estou aqui de alerta na frente da aldeia, quando chegarem as águas, vou avisar.
No entanto as águas chegaram pelos fundos…
Sorrateira e fria, acabou por sufocar as crianças, levando embora algumas, e com isso a paz daquele povo…


Aturdidos, Petro e Preto, permaneceram sentados e alertas, acometidos pela culpa e os anos passaram…
Um outro dia avizinhou e o homem voltou a gritar:
-Alerta, alerta!! Desta vez o sol vai queimar… cuidem de suas casas… De forma que não deu muito tempo, e o sapé fumegou, dando origem a umas fartas labaredas de fogo. Liderados por Petro dessa vez, todos correram para o rio à guisa de transportar muita água e assim acabar com o inferno muito mais difícil do que a outra ocasião, pois tudo tornara-se um emergente fardo.
Desesperados novamente os dois irmãos ajoelharam no meio e clamaram em uníssona voz grande:
O que não ouvimos? Por quê não somos ouvidos?
O que fazemos com a Geena?
De corações abraçados, pela primeira vez estavam juntos, unidos pelo som, e o estrondo retumbou no céu dando origem a uma tempestade de chuva nunca vista…
Ungidos pela fala e o coração, entreolhavam calidamente no fulcro do furacão testemunhando o estrondoso milagre, um disse:
Como é isso? Como fomos atendidos?
Fomos? Ou estamos atendendo? O arco-íris respondeu:
-Efetivamente não importa, é a verdade que faz acontecer…

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Desnorteada, saiu correndo pelo mundo em busca de seus irmãos sem nada encontrar.
Em pouco tempo passado e livre pela mata, deparou-se com grandes flores coloridas ao alto, resolveu investigar, a fim de entender mais as outras coisas, mas tão logo adiante encontrou os pulgões e as lagartas que segregavam o néctar de que tanto precisava, fez amizades. Ainda assustada, notou protuberâncias em suas costas, receosa confirmou que eram asas, no entanto, se aventurou para voar, quando um dia encontrou um amigo, namorou e casou. A essa altura, um pouco mais tranquila, botou muitos ovos, e só então percebeu que era uma rainha, que só as rainhas e os machos possuem asas e com isso um grande reinado formou-se à sua volta, ela era importante.
Um dia, tranquila em sua tarefa e cuidada pelas seguidoras, perguntaram-lhe:
Senhora rainha, como herdaste esse rico reinado?
Ela então respondeu:
Não herdei, eu criei, encontrei o primeiro marido, e tão logo ele morreu, tudo começou… As rainhas sempre são viúvas de muitos…
E como foi isso, como fizeste, sozinha pelo mundo?
Eu fiz a minha parte, sobrevivi e o desígnio fez o resto, fez o seu papel.
É sumamente importante que vocês entendam isso:
Sobrevivam, mas aventurem-se para que o propósito se cumpra.

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Hakin, e sua irmã mais nova Zanin, órfãos de pai e mãe, treinados por um grupo de resistência, recebiam suas últimas instruções completamente ricas em abusos de referência para enfrentar a batalha, aprendiam:
-Hakin, entenda que algo drástico para as vidas das mulheres acontece como um desígnio do Destino, e em nome de nossa causa. Elas parem os nossos homens e fortalecem a nação, mas outras se transformam em moscas e por isso há tantas entre nós com uma missão ainda maior de espionar e escutar os planos do inimigo para, em seguida, zunir aos ouvidos dos nossos líderes inspirados que nos orientam em nome do que precisa ser, acontecer.
– Sua irmã acabou de se transformar entre os nossos mortos, vá se despedir, pois logo você irá batalhar, ela deve estar sobrevoando por ali.
Hakin era um menino corajoso e determinado, com onze anos, ao tudo, ele se acreditava pronto para o embate final, mas a informação que recebera, o deixou estarrecido, quanto à sagrada revelação. Como a última e principal iniciação, era a que lhe daria coragem para o desfecho, o golpe final, ante as mazelas da guerra, assim Hakin venceria o inimigo e não titubearia em trazer a vitória. Estarrecido, engoliu o choro mais uma vez e foi ter-se com a corajosa irmã para o último diálogo. Ela era a pessoa que ele realmente amava no mundo, e por isso organizou a seguinte estratégia.
Misturou mel com azul de anil, e fez um farto bochecho com a boca deixando todo o seu hálito índigo, mas doce como néctar para arrebatá-la. Convencido de que sua irmã, pelo amor que sentiam, seria a primeira mosca a lhe pousar nos dentes, resolveu marcá-la para identificar e conversar mais vezes.


Ingênuo, completamente sincero, o equivocado menino sentou-se ao putrefato necrotério dos homens, com a doce e atraente boca azul, escancarada para o devir, armou essa armadilha e assim foi.
-Zanin?! Dizia o menino abandonado…
-Por que você não me contou antes que essa era a sua missão?
– Nós teríamos tempo de conversar, eu te daria todo o meu amor, teria me preparado e te agradado mais, antes de você se transformar e partir… teria encontrado uma flor linda para você pousar, lhe traria a mais doce rapadura para lhe satisfazer, lhe daria minha última refeição inteira para você estar aqui quando eu voltar…
E descontrolado, caiu em prantos aos gritos, que para a sua desonra, desfizera todo o condicionamento para o flanco, e contudo passou a errar no mundo, como apenas uma criança perdida. Mas ainda assim, a sua preciosa mosca foi; foi ouvir os segredos dos fortes para depois informar.
Depois, ainda desolado, mas obcecado para os dias, acabou aprendendo que a mosca não era tão somente o frágil e nojento inseto que perturbava a todos. Ela trazia consigo o poder da adaptação, persistência, a coragem, a determinação, a capacidade de reciclar e sobreviver, culminando ao total em transformação, por tudo, seu potencial adquirido o tranquilizou mais.
Convencido de que não servia para mais nada e deixado para trás, desta vez Hakin sentado num oco de pau à entrada de uma bodega, ouviu uma voz que o chamava timidamente:
-Hakin?
Não deve ser, pensou a irmã… mas, tão parecido?
Ela ainda pensava com os seus botões quando ele boquiaberto virou-se.
Ali, ficaram um bom tempo entreolhando-se, compartilharam um profundo pranto calado, para depois abraçar…
Mas, logo que o coração acalmou, Zanin retirou do próprio bolso um escaravelho-do-esterco e contou:
Esperei por todos esses anos por sua ressurreição. Quando me ensinaram que ao morrer honradamente em batalha, você voltaria como o sagrado e místico besouro.
E então orei todas as noites.
Pedi para a minha sagrada mãe Ísis para te trazer de volta pra mim, mas um dia, misteriosamente quando eu orava no quarto, você entrou pela porta, eu chorei agradecida e guardei, disse ela com um escaravelho seco na palma das mãos.
– E assim, depois que ele morreu, como minha última esperança, venho o guardando para te encontrar…
Confortado, Hakin tirou um pequeno embrulho em papel de seda que guardava junto ao coração, gaguejando um choro entre as palavras e mostrando a mosca azulenta disse:
– Isto era você … foi você em minha vida por todo esse tempo…
Eles riram e choraram convulsivamente por algum tempo e ela disse:
Esperar é muito mais que aguardar, é reforçar a fé que no amor reside para seguir em frente, ante ao aprendizado final…

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Os movimentos largos e velozes, dão lugar a alguns passos comedidos, em busca de aprimorar a precisão, pois a maturidade exige esperar. Olho para o mundo de hoje e vejo um planeta assustado com a perfídia dos fortes, ela não conhece argumentos. Mas ainda que estes, tenham desistido de amparar, para o sim a terra persiste com o pulsar da vida e da morte reafirmando o milagre da renovação.
Assim como muitos eu também me voltei para os animais, em busca do amor simples, minhas mãos enrugadas aprimoraram carícias por todos os meus anos de vida, em busca de um mundo melhor…
Meu olhar não busca mais entender, hoje eu teimo em reconhecer as coisas que passam de mãos dadas, quando a harmonia se curva para o milagre da vida. Sorrio por dentro em preces, mas é claro que hoje nem tudo está bem.
Escolho palavras que ensinam, palavras que orientam, palavras que simbolizem o meu cuidado, o meu amor, tal um anjo da guarda que acompanha, o desenvolver de uma história que ainda não acabou, mas que não adianta correr, não precisa correr…
Eu agradeço a todos que estão comigo nessa jornada, agradeço por todos os olhares que passaram por mim e tal como co-criadores reafirmaram a minha existência na terra, o divino em mim…
Eu ainda quero ser um anjo em vida, meu autoaprimoramento busca ampliar as asas da imaginação e aumentar o meu poder, de forma que todo o aceno possa revelar e abençoar cada vez mais e deixar claro que envelhecer, em ver-lhe-ser pode ser assim…
Obrigado a todos que reservaram a mim, as palavras de carinho por minha existência alcançada … elas não têm preço!!!

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
As máscaras caem e no verdadeiro sentido das coisas, ainda que em movimento mais amplo tudo se volta para Deus… Cartesianamente, você espera que os fatos desenvolvam de forma ordenada para você entender e organizar, mas a vida tem outros propósitos. O autoaperfeiçoamento ainda está prescrito num engodo profundo ainda que pelas linhas das mãos… Portanto não se sinta abalado, injustiçado, por alguém que perdeu sua máscara para uma reputação maculada e em segredo para os leigos…
Respire fundo e aceite que apenas, aquilo não é mais para ti.

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.
Algumas pessoas não acreditam em mim, outras não acreditam em você…
Mas a vida segue nos ensinando sobre aceitação, sobre crenças…
E por mais que eu resista em aprender o que a vida tem pra ensinar… as lembranças repetem como um eco na memória, improvisando entre veias e vísceras um estado daquilo que somos…
Eu não estou aqui para quem não me aceita …
Nós não estamos aqui para quem não acredita…
Mas estamos entrelaçados para forjar uma versão do que somos, em nosso melhor…

Pavitra Shannkaar é autor e escritor em ética, espiritualidade e autoconhecimento, também é terapeuta transpessoal, cantor e compositor da banda Ungambikkula, além de ser presidente da Cooperativa Cultural e Artística Ungambikkula. Autor do livro “Raiz das Estrelas”.